HPV também pode ser transmitido nas preliminares do ato sexual

Estudos científicos internacionais comprovam que é possível contrair o Papilomavírus Humano (HPV)
nas preliminares do ato sexual.

hpv_cancer01Sogimig promove encontro multidisciplinar gratuito no dia 10 de agosto para discutir os avanços e atualizações da vacina

Não importa a idade ou se a pessoa é virgem ou não, as carícias íntimas, quando realizadas sem a utilização de preservativos, podem transmitir o HPV, doença sexualmente transmissível mais frequente no mundo. Atualmente, estima-se que, aproximadamente, 10% das mulheres estejam infectadas e que pelo menos 50% da população sexualmente ativa adquiram o vírus em algum momento da vida.

A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) promove no dia 10 de agosto, sábado, o II Encontro Multidisciplinar em Infecção HPV – Atualização e Vacinas. O evento é uma parceira entre diversas especialidades como a Sociedade Brasileira de Urologia, a Sociedade Mineira de Coloproctologia, dentre outras.

A presidente da Sogimig e especialista no tema, Maria Inês de Miranda Lima, explica que a iniciativa tem como objetivo alinhar todas as especialidades médicas que estão envolvidas diretamente no trato da doença, além de promover a divulgação das novidades em relação a prevenção, a diagnóstico, a tratamento e a atualização em vacinas. Recentemente, foi aprovada uma lei que garante a distribuição gratuita da vacina contra o HPV para meninas entre 11 e 13 anos a partir de 2014.

Segundo a ginecologista, a maioria das pessoas elimina o vírus ao longo dos anos e somente 10% apresenta infecções clínicas, sendo que em alguns casos as mulheres podem desenvolver o câncer de colo de útero. “Quando o vírus não é eliminado pelo organismo, ele pode manifestar-se por meio do aparecimento de verrugas, mais conhecidas como condilomas, que podem ser genitais, perianais ou em outros órgãos. O mais perigoso e frequente, principalmente em mulheres, é o HPV 16, o mais frequente tipo relacionado do câncer de colo de útero”, explica.

A ginecologista esclarece que as mulheres que passam por consultas preventivas regulares podem ter qualquer alteração detectada com exame clínico e citológico, conhecido como Papanicolau. Mesmo assim, somente 30% delas fazem o exame periodicamente. “A maioria, por não apresentar sintomas da doença, não realiza os exames rotineiros e acaba sendo surpreendida com lesões de grau avançado ou com câncer invasivo”, conta. O resultado é o número de ocorrências registradas pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) – mais de 18 mil novos casos de câncer do colo uterino no Brasil por ano e, aproximadamente, 4,8 mil mortes em decorrência da doença. O tempo entre a infecção pelo vírus de alto risco e o desenvolvimento do câncer pode variar em torno de 10 anos.

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