Calvície feminina

Estudo Genético ajuda na prevenção e no tratamento

calvicie02_2014Se o cabelo funciona como uma moldura para o rosto, e esteticamente é a região mais bem cuidada pela ala feminina, imagine os danos psicológicos e emocionais que a perda de fios pode provocar. Pesquisas apontam que 40% das mulheres que sofrem com isso relatam dificuldades matrimoniais e 63% dizem enfrentar questões relacionadas ao emprego e à carreira. Entenda porque conhecer o histórico genético ajuda a lidar com o problema – antes de ele aparecer – e depois.

Quando a calvície se transforma em motivo de preocupação para as mulheres, o problema desencadeia sérias consequências psicológicas, levando a distúrbios emocionais, pessoais, sociais e profissionais, como depressão, ansiedade e fobia social. “Em comparação com a população em geral, as taxas de prevalência de depressão relacionadas à alopécia são altas, o que sugere que pacientes afetados podem apresentar maior risco para o desenvolvimento de episódios depressivos, de ansiedade ou de distúrbio paranóico”, explica Michelle Vilhena, médica do Centro de Genomas, em São Paulo.

POR UM FIO

A alopécia androgênica, ou calvície, é uma manifestação fisiológica, que ocorre devido à herança genética – e o histórico pode vir tanto do lado da mãe como do pai. O processo acontece devido à ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também possui este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando em DHT (dihidrotestosterona). Este age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização. Outras causas como anemia ou alterações da tireóide podem provocar a queda de cabelos femininos, porém a manifestação ocorre de forma diferente – apesar de provocar a rarefação dos fios, não causa o afinamento característico da alopecia androgênica.

De acordo com o último censo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a queixa de alopécia está entre as dez mais frequentemente ouvidas nos consultórios dermatológicos, relatadas por pacientes de 15 a 39 anos. É bom ressaltar que o termo alopecia também designa a perda de pelos ou cabelos, total ou parcial, temporária ou definitiva, em outras regiões do corpo humano – e não só na cabeça. “Alguns tipos levam à perda de cílios e pelos das sobrancelhas que, assim como a perda de cabelo, alteram a identidade e abalam a autoestima“, comenta a médica.

Na mulher, o problema começa a ser percebido por uma rarefação difusa dos fios, que se tornam finos e menores. A evolução é lenta e, dificilmente, leva à perda total. No entanto, o quadro pode se tornar mais intenso se houverem alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica se manifesta após a menopausa, quando ocorre diminuição da produção dos hormônios femininos.

ANTES DO FIM

Como a carga genética tem papel fundamental no surgimento do quadro, conhecer profundamente o histórico pessoal pode ajudar a prevenir o problema, bem como apontar o melhor tratamento, caso ele já tenha surgido. “O teste genético pode ser feito em qualquer momento da vida, mas quanto antes, melhor. Isso porque, como o objetivo é trabalhar com prevenção, quanto mais cedo ela se iniciar, mais eficaz será o resultado. Quando a alopécia já está instalada, a chance de reversão é menor“, avisa a médica.

O teste genético também pode ajudar a definir o melhor tratamento. “Ele analisa se a pessoa tem alta probabilidade de responder ou não a determinado medicamento, como Finasterida, bastante empregada para tratamento de homens e, em alguns casos, de mulheres. Se a chance do organismo não responder a essa medicação for grande, a recomendação será a de evitá-la, uma vez que tem efeitos colaterais desagradáveis. Neste caso, poderá ser iniciada uma prevenção e/ou tratamento com outros produtos e medicamentos, garantindo, assim, segurança e uma ação mais efetiva“, finaliza a médica.

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