Flacidez do “tchauzinho” na região dos bíceps

Flacidez do “tchauzinho” na região dos bíceps pode ser tratada com novos procedimentos;
conheça 4: Muitas mulheres evitam o tradicional tchauzinho com as mãos
para não mostrar a “pele” balançando na região dos bíceps.

Novidades em equipamentos dermatológicos prometem enrijecer a pele dos braços em poucas sessões e com resultados incríveis

Com o passar dos anos, certas regiões do corpo – por conta do decréscimo na produção de colágeno e elastina – perdem sustentação e acabam por denunciar a idade que a pele facial (bem tratada) tenta esconder. Os braços, por exemplo, são acometidos precocemente pela flacidez. “O que mais incomoda é a flacidez posterior, popularmente chamada de “tchauzinho”. Mas esse excesso de pele pode ser resolvido”, explica o Dr. Abdo Salomão Jr, dermatologista de Minas Gerais e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. “As alterações surgem devido à flacidez muscular e de pele”, acrescenta o dermatologista Dr. Jardis Volpe, da Clínica Volpe (SP). “A cirurgia plástica na região deixa uma cicatriz muito inestética, por isso os tratamentos não-invasivos são os mais indicados para os braços’, completa o médico de São Paulo. Muitas novidades prometem dar fim ao problema:

Velashape 3

Com radiofrequência três vezes mais potente (150W), VelaShape 3 fornece calor de forma mais intensa e atua contra flacidez, gordura e celulite. No caso da flacidez dos braços, VelaShape 3 utiliza a tecnologia de radiofrequência bipolar, como explica a dermatologista Dra. Claudia Marçal: “No procedimento, as células de gordura são aquecidas a uma temperatura de 42º a 45ºC provocando apoptose (morte) dos adipócitos de forma completamente segura sem queimar a epiderme”, explica. Esse aquecimento também é responsável pela promoção de neocolagênese (novo colágeno), atuando contra a flacidez do “tchauzinho”. O tratamento VelaShape 3 não é invasivo, não tem downtime (tempo de recuperação), o que permite ao paciente o retorno imediato as suas funções. Cada sessão dura, em média, uma hora e são necessárias quatro, uma a cada 15 dias. Em caso de flacidez mais acentuada, podem ser necessárias mais sessões.

Legacy

Atuando com a tecnologia 4D, que combina pulso magnético, radiofrequência multipolar (com 150W), Varipulse (sucção ajustável para ação profunda da tecnologia) e controle térmico de temperatura, Legacy é a grande aposta para tratamentos de firmeza de pele corporal. “A radiofrequência multipolar aquece o tecido de maneira homogênea, e atua sobre o colágeno e a elastina, promovendo a melhora da flacidez, com a atuação conjunta como pulso magnético, o tratamento atua sobre os fatores de crescimento dos fibroblastos. Assim entregando no final do tratamento uma pele mais firme e com mais elasticidade”, explica o Dr. Jardis. Dessa forma, a tecnologia aumenta a atividade metabólica, realiza a criação de novos vasos, consequentemente o aumento da oxigenação e a nutrição da pele, além de provocar estímulo nos fibroblastos, o que contribui para aumentar a quantidade de colágeno e elastina. O programa de tratamento compreende de seis a oito sessões, uma vez a cada quinze dias.

LMG Smart Laser

Profundo, eficaz e que traz resultados em uma sessão, LMG Smart Laser é um tratamento minimamente invasivo que remodela o braço atuando contra a flacidez com baixo tempo de recuperação e o mínimo de desconforto. “Por meio de um laser de fibra ótica aplicado sob a pele, o laser de comprimento de onda de 1470 nanômetros age no adipócito, permitindo a saída da gordura da célula, ao mesmo tempo em que a ação térmica estimula novo colágeno, melhorando a flacidez”, explica o Dr. Francisco Augusto Aquino, médico especialista em laser e membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Os resultados são alcançados em um único tratamento a laser; e o processo de melhora da textura e flacidez da pele se estende nos três a 12 meses seguintes”, acrescenta. De acordo com o especialista, uma fibra óptica muito fina é inserida debaixo da pele e no tecido gorduroso. A fibra ótica é muito fina, do tamanho de um fio de cabelo; a anestesia é local e o desconforto é mínimo durante o procedimento, explica. O furo cicatriza sem deixar vestígio. O aquecimento promovido ajuda a esticar a pele — melhorando o seu aspecto. O tempo de recuperação é de um ou dois dias no máximo, segundo o Dr. Augusto.

ThermiTight

a nova tecnologia de radiofrequência “injetável”, promete revolucionar o mercado, quebrando paradigmas da técnica convencional. Minimamente invasivo, aplicado por meio de uma sonda térmica que entrega calor aos tecidos subcutâneos, a radiofrequência tem resultados em apenas uma sessão, de acordo com a dermatologista Dra. Thais Pepe. “A radiofrequência monopolar aplicada internamente promove aquecimento nos tecidos subcutâneos, promovendo estímulo ao novo colágeno, com consequente firmeza e skin tightening”, acrescenta. O downtime (tempo de recuperação) é de cinco dias, em que o paciente fica com a pele inchada, dolorida e pode ter hematoma. “Os primeiros efeitos da técnica podem ser vistos após uma semana e os resultados finais após três meses”, afirma. A única contraindicação é se o paciente tiver ferida aberta no local.

. Dr. Abdo Salomão Jr. – Dermatologista de Guaxupé (MG), Doutorando em Dermatologia pela USP (Universidade de São Paulo). É sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Membro da American Academy of Dermatology. Diretor da Clínica Dermatológica Abdo Salomão Junior.

. Dra Claudia Marçal – Dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira (AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing Medical Education) na Harvard Medical School.

. Dr. Francisco Augusto Aquino – Cirurgião plástico e cirurgião geral; médico formado pela Unesp (Botucatu – SP), com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica no Prof. Cássio Raposo do Amaral, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

. Dr. Jardis Volpe – Dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School. www.clinicavolpe.com.br

. Dra Thais Pepe – Dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

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Maria Claudia
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