Câncer de mama e ovário – conscientização em primeiro lugar

Dia Internacional da Mulher reacende a importância da prevenção e diagnóstico precoce,
além de servir como gancho para discutir as modernas alternativas
para reduzir os efeitos colaterais como queda de cabelo e náuseas

Comemorado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, reabre a discussão sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e de ovário. Dados recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que neoplasia mamária é a segunda mais frequente no mundo e a mais comum entre as mulheres – são 22% de casos novos em relação ao mesmo período do ano anterior.

A doença apresenta 95% de chance de ser curada, quando o nódulo é menor que um centímetro, porém o auto-exame não consegue detectar nessa fase. “A mamografia é uma das principais formas para diagnóstico da doença em estágio inicial, fato importantíssimo para o sucesso do tratamento”, ressalta o oncologista Dr. Ricardo Caponero.

Já o câncer de ovário é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o de menor chance de cura. Cerca de 3/4 dos tumores malignos desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico, segundo o próprio INCA. A estimativa é que mais de 6 mil novos casos sejam diagnosticados em 2012. Em 2009 quase 3 mil mulheres morreram vítimas da doença no País.

Embora a detecção seja difícil, as mulheres devem consultar regularmente o seu médico, principalmente aquelas acima de 50 anos. Fatores hormonais, ambientais e genéticos estão relacionados com o aparecimento do câncer de ovário. História familiar é o fator de risco isolado mais importante, com cerca de 10% dos casos.  

Além de advertir sobre a necessidade da prevenção, o Dr. Caponero mostra que os recursos estão cada vez maiores às mulheres que irão passar pelo tratamento quimioterápico. “É sempre bom destacar que a medicina avança a passos largos e dispõe de uma série de medicamentos para salvar vidas e garantir maior conforto à paciente mesmo nos casos avançados do câncer de mama e ovário. Uma das opções é a doxorrubicina lipossomal peguilada, mais conhecida como DLP, que além dos eficazes resultados provoca a diminuição dos temíveis efeitos colaterais, como náuseas, vômitos e queda de cabelo”, finaliza.

Abaixo, algumas dicas do Dr. Caponero às pacientes a fim de ajudar a gerenciar melhor a fase da quimioterapia, que devem ser adotadas em concordância com o médico:

RS Press
SÔNIA REGINA MARTINS DE SOUZA – EPP
Mônica Tremonti Belini
E-mail: monica_belini@rspress.com.br
Fone: (11) 38755627

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