Estudo revela que asmáticos correm risco de ataque fatal

Estudo revela que 30% dos pacientes com asma correm risco de ataque fatal

No ano passado 177,8 mil pessoas foram internadas no Sistema Único de Saúde em decorrência da doença, sendo 77,1 mil crianças. Asma é responsável por 2,5 mil mortes por ano no país

No dia 21 de junho, quando começa o inverno no Brasil, será comemorado o Dia Nacional de controle da Asma, doença respiratória que atinge mais de 150 milhões de pessoa no mundo.

Um estudo realizado pelo Instituto de Asma UK, da Grã-Bretanha, revelou que um terço das pessoas que sofrem de asma correm o risco de sofrer um ataque fatal.

Caracterizada por uma inflamação nas vias aéreas, a asma acomete geralmente os brônquios e bronquíolos, dificultando a respiração. Os principais sintomas estão ligados a falta de ar, chiado e aperto no peito, além de cansaço e tosse seca. “No inverno aumentam os casos de problemas respiratórios, em especial a asma. O tempo seco, partículas de fumaça, gases irritantes, substâncias químicas e alérgenos potenciais existentes na atmosfera agravam as crises asmáticas”, destaca o pneumologista do Hospital do Coração, Dr. Carlos Carvalho.

Realizado com 25 mil pessoas em uma pesquisa online sobre a doença, o estudo teve como objetivo avaliar a gravidade da asma em diferentes pacientes para tentar determinar os riscos de morte associados ao problema na Grã-Bretanha. Antes de passar pelo teste, menos da metade dos pacientes com asma reconheciam esse risco.

De acordo com os pesquisadores, cerca de 75% das internações de emergência relacionadas a asma poderiam ser evitadas se houvesse um melhor gerenciamento da doença. No Brasil, em 2011, a doença foi responsável por 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais da metade dos pacientes pesquisados (55%) não acredita estar sob risco sério, embora o estudo revele que 93% deles poderiam ter um ataque fatal. No Brasil a asma é responsável por pelo menos 2,5 mil mortes ao ano. “Nossa realidade não é diferente e são poucos os que realmente conhecem os riscos da asma. A doença não tem cura, porém se controlada com acompanhamento médico, o paciente pode ter uma vida normal com remédios anti-inflamatórios e broncodilatadores, que promovem a dilatação dos brônquios“, explica Dr. Carlos.

O estudo conclui que os sintomas podem ser diferentes de acordo com cada paciente, sendo que aqueles que se internaram nos últimos seis meses tem mais chances de sofrer um ataque grave. Pacientes que precisam utilizar inaladores cinco vezes ao dia ou mais ou que tomaram medicamentos com base em esteróides nos últimos seis meses também foram classificados como pacientes de alto risco.

Fatores que desencadeiam uma crise asmática

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